A métrica errada estraga o produto certo
Métrica não é só medição — é incentivo. O time vai otimizar aquilo que você mede. Escolha a métrica errada e terá um time competente construindo a coisa errada com afinco. Antes de medir, pergunte: se levarmos esse número ao extremo, o produto fica melhor ou pior?
A hierarquia que organiza tudo
- — uma métrica que reflete o valor entregue ao cliente (não vaidade como DAU ou receita pura).
- Inputs — as 3-5 alavancas que o time controla e que movem a .
- Guardrails — o que não pode piorar enquanto você otimiza (latência, , custo).
é o coração
Aquisição sem é balde furado: você enche o topo e escorre por baixo. O sinal de que você tem algo real é a curva de achatar — usuários que voltam sozinhos e estabilizam. (Teste de Sean Ellis: se 40%+ ficariam "muito decepcionados" sem o produto, há sinal de .)
Loops, não funis
O funil pensa em conversão linear. O loop pensa em como cada uso gera o próximo: usuário cria conteúdo → conteúdo atrai outro usuário → e assim por diante. Loops compostos dão crescimento durável; "hacks" dão picos que somem.
Experimentar com rigor
- Hipótese — "acreditamos que [mudança] causará [efeito] porque [razão], medido por [métrica]".
- — (efeito mínimo que importa) e tamanho de amostra calculados ANTES.
- Não pare o teste quando "deu positivo" — olhar cedo (peeking) infla falso-positivo.